“O Leo não é apenas um nome. É um corpo que escreve. Um homem que sente demais e que transforma cada história numa confissão crua, despida de pudor.

Viveu amores que marcaram, noites que ficaram presas na pele e silêncios que ainda gritam dentro dele.

Não escreve para impressionar, escreve porque precisa. Porque há desejos que só se libertam quando ganham forma numa frase.

Cada conto é mais do que erotismo: é verdade, é dor, é prazer. E quem lê o Leo, percebe cedo que não vai sair ileso. Porque ele não toca apenas na pele.”.

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