Pensamentos antigos
Já não é de agora que isto acontece, mas tenho tido fantasias sexuais com um rapaz que conheci quando era mais nova. Na altura, ele gostava de mim, pelo menos era o que dizia, mas eu queria ir mais devagar e ele não estava disposto a respeitar o meu ritmo, queria tudo já e agora.
Acabámos por nunca ter nada, mas a verdade é que eu também gostava dele, acho até que ainda gosto. Queria estar com ele, mas primeiro queria conhecê-lo bem e ir com calma.
Conclusão, hoje ele tem outra pessoa. Muito antes de estar com alguém, já praticamente não falávamos, porque começou a evitar-me por completo por eu lhe ter dado para trás. E a verdade é que não deixo de pensar no que poderia ter sido, naquilo que poderíamos ter tido e, claro, naquilo que poderíamos ter feito 🔞.
Enfim, não consigo deixar de pensar em tudo isso e no que queria fazer com ele. Sei que isso nunca irá acontecer, pois nunca mais nos vimos, nem tão pouco havia interesse da parte dele para isso. E agora, muito menos, ele tem alguém.
Parada pelo Sr. Guarda
Nunca gostei de sexo sem compromisso, casos de uma noite que em nada me acrescentavam. Sempre achei que eram minutos de prazer para horas de vazio emocional. No entanto, a minha última relação fez-me desacreditar no amor e nas conexões emocionais. Preenchi esse vazio com amor-próprio e decidi começar a explorar mais a minha sexualidade.
Há uns meses conheci alguém que também já não acredita no amor e, por isso, a nossa relação é apenas e só sexual. Passamos dias sem nos falarmos, mas quando a vontade aperta basta uma mensagem para nos encontrarmos novamente. Temos vivido algumas experiências bem quentes, falamos abertamente daquilo que gostamos e satisfazemos as fantasias um do outro.
Uma coisa que temos em comum é a adrenalina. O risco de sermos apanhados deixa-nos muito excitados. Há uns dias estava sozinha em casa e só pensava nele, no quanto queria sentir o corpo dele no meu, na forma “violenta” como me agarra e me sufoca. Mandei uma mensagem: “disponível?”. Respondeu: “passei o dia a pensar nesses lábios, mas achei que estivesses ocupada. Estou a caminho do trabalho, se estiver sozinho fazes-me uma visita?”.
Ele é polícia. Não tenho fetiche por fardas, mas a ideia de foder ali na esquadra deixou-me louca. Respondi imediatamente: “sabes como me deixar louca”. Dez minutos passaram e recebi uma nova mensagem: “a minha putinha está com vontade? Estou sozinho a fazer o turno da noite, não demores, estou cheio de leitinho para ti”.
Não respondi. Vesti um vestido justo preto, sem roupa interior, e fui. Quando entrei, lá estava ele, sentado na receção a preencher uns papéis. Aproximei-me e disse: “Boa noite, sr. agente, gostaria de apresentar uma queixa”. Respondeu: “com certeza, por favor acompanhe-me”.
Segui-o por um pequeno corredor. Abriu uma porta e fez-me sinal para entrar. Não trancou a porta, deixou-a encostada, e isso deixou-me ainda mais excitada. “Então, do que se quer queixar?”, disse enquanto me agarrou pelo quadril e me sentou em cima da mesa. Levantou o meu vestido e ficou cheio de tesão ao perceber que estava sem roupa interior. “Minha puta, és tão safada”. Imediatamente começou a passar a língua no meu clítoris com movimentos impossíveis de descrever por palavras.
É, sem dúvida, o melhor oral que já recebi, daqueles que nos deixam com as pernas a tremer de prazer.
Tentei controlar-me para não gemer alto e ele logo me repreendeu: “quero ouvir-te gemer, estamos sozinhos e, se entrar alguém, saberá que estás a ser bem tratada”, disse enquanto me começou a penetrar com dois dedos em gancho ao mesmo tempo que me fazia um oral divino. Soltei-me e tive ali o primeiro squirt da noite.
Ser Hotwife
Após tantos anos com o meu prazer bloqueado por razões que ainda não me são claras, foi a experiência de hotwife que me libertou e fez de mim uma mulher plena e a arder de desejo.
Gostava, mas sinto culpa
Já me passou pela cabeça ter relações com o meu namorado e mais uma pessoa, neste caso um homem. Mas o meu namorado não quer e diz que nunca acontecerá.
É mau sentir-me triste?
A minha primeira aventura fora do casamento
A minha história até aqui é simples. Nunca fui de aventuras fora do casamento. Sou casada e nunca tive outras experiências sem ser com o meu marido, até porque nunca senti falta. Sempre fomos muito ativos no campo sexual, temos uma boa relação, somos felizes e não tenho razões de queixa da minha vida.
Sempre tive as minhas aventuras com o meu marido, que depois também vos posso contar, mas nesta história o caso foi diferente.
Estávamos em 2022. Como vos disse, sempre fui fiel ao meu marido e nunca tive nada fora do casamento. Mas a verdade é que, nesse ano, por alguma monotonia, trabalho e os filhos, a relação de intimidade com o meu marido foi esfriando.
Existiu algum afastamento em termos sexuais e amorosos e comecei a questionar algumas coisas, a sentir falta de sexo. A verdade é essa. Não culpo o meu marido, porque sei que, em termos profissionais, ele teve uns anos complicados, com viagens e muito trabalho.
Regressando à história, como disse, estava com algumas carências. Na altura tinha instalado a app Telegram, mas nunca liguei muito. Sabia que recebia mensagens, mas ignorava. Até que respondi a algumas e houve uma pessoa em particular, o Daniel. Foi com ele que existiu alguma química, ao ponto de o desejar e de querer sentir o seu corpo.
E foi assim que isto começou. Houve um dia em que acordei húmida, pois tinha sonhado com o Daniel, e aproveitei isso para tirar umas fotos que lhe enviei. Eram fotos provocantes e sugestivas, em que lhe dizia que me estava a masturbar a pensar nele, o que era verdade. Nessa manhã masturbei-me a pensar nele e nas fotos que me tinha enviado.
Durante uns dias andámos nisto, mas a verdade é que me apetecia mais. Queria, de facto, senti-lo. Combinámos ir tomar um café para nos conhecermos pessoalmente e depois logo se via. Eu também não podia arriscar muito, não queria estragar o meu casamento, mas também desejava algo mais. Queria experimentar algo diferente, pois só conhecia o meu marido.
Combinámos o encontro num café perto da casa dele e lá fui. Chovia e estava frio. Cheguei ao café e o Daniel já lá estava à minha espera numa mesa. Entrámos em conversa, mas havia muitos olhares e não me sentia à vontade, por isso pedi-lhe para sairmos dali. Fomos no carro dele até à praia, mas acabámos por sair do carro porque o tempo não permitia ficar lá dentro muito tempo. Durante esse momento falámos mais e ficámos mais à vontade.
Pensei para mim que, se já tinha arriscado vir ali, porque não avançar mais. Encostei-me a ele e beijei-o. Ele correspondeu e continuámos a beijar-nos, de tal maneira que já estava a ficar excitada. Tivemos uns minutos assim, senti o desejo entre nós crescer e percebi que queríamos algo mais.
Perguntei-lhe então se não me queria mostrar a casa dele, já que era ali perto.
No caminho para casa, a tensão entre nós era evidente. Quando chegámos, ele começou a mostrar-me a casa, mas mal entrámos no quarto, a vontade falou mais alto.
Deitámo-nos na cama e deixámo-nos levar pelo momento. Entre beijos, toques e provocações, a excitação aumentava. Sentia-me húmida e desejosa como há muito tempo não me sentia.
O que se seguiu foi uma entrega intensa. Exploração mútua, prazer partilhado e uma conexão física que me fez tremer. Os orgasmos vieram rápidos e profundos, daqueles que parecem percorrer o corpo inteiro. Nunca me tinha sentido assim, tão viva e entregue ao momento.
Terminámos envolvidos naquele calor, ainda ofegantes. Só posso dizer que adorei a experiência. Ainda hoje falo com o Daniel. Apesar de ter vontade de reviver tudo, ainda não consegui voltar a estar com ele, mas acredito que será para breve. Depois irão saber.
Beijinhos e boa leitura.
PS — até hoje o meu marido não desconfia.
Agora estamos quites
Descobri uma traição do meu marido e isso acabou comigo. Mas eu não deixei que acabasse com o nosso casamento. Temos 3 filhos, uma ótima convivência, éramos felizes.
Então eu fiquei, mas ditei as regras: relacionamento aberto. Desde então, tenho-me envolvido com outros homens, e ele com outras mulheres, e o sexo entre nós os dois melhorou imenso! Não há ciúme, não há drama, não há discussões, só prazer.
E eu confesso: adoro quando ele me conta das saídas dele!
Ser submissa é a minha fantasia
Um pensamento. Que é fantasia e que mantenho lá porque deve estar lá no campo da fantasia. Um fim de semana. Inteiro. Com alguém. Uma ou mais pessoa. Mas eu sou a fonte de prazer. Minha e de quem está. O desejo de submissão. Minha. Entregar e entregar-me. Uma fantasia que me aquece.
E na qual gosto de me deixar envolver em pensamento.
Adoro surpreender o marido
Eu queria surpreender o meu marido, e apimentar um pouco as coisas, então marquei um jantar num bom restaurante e preparei-me como fazia quando éramos namorados. Coloquei uma lingerie bem sensual, um vestido elegante por cima, e batom vermelho. Confesso que nem eu me reconheci.
Quando chegamos ao restaurante, entreguei-lhe o comando da cueca vibratória que tinha colocado sem ele saber. Foi das melhores experiências que tivemos a dois. Digno de 50 Sombras de Grey! E o resto da noite então… 🔥
Viagem até Sintra para ser surpreendida
“Queres?”
“Quero.”
“Vens ter comigo aqui?”
“Vens mesmo?” Hesitei.
“Queres mesmo que vá?”
A resposta…
“Quero. Mas tu tens de querer também. Muito. Tanto como eu.”
Eu estou no Norte. Ele no Sul.
Falamos do que somos. Do que gostamos e daquilo que nem tanto. E falamos do que faz o sangue ferver. Percebemos que a mesma coisa o faz. Cada um na sua posição, muito clara. E com toda a naturalidade o desafio surgiu:
“Eu posso realizar-te esse desejo.”
Só perante a possibilidade o meu corpo reagiu. E a mente viajou.
Hesitei. Pensei. A imagem não me saía da cabeça e a sensação no corpo tornava-se cada vez mais palpável. O desejo no meu íntimo fez-se presente com cada vez mais intensidade. No momento seguinte dou por mim a dizer:
“Sim. Alinho. Vou. Quero muito. Está bem. Vou tratar de tudo.”
Os dados estavam lançados. Não havia volta. E eu não queria que houvesse. Decidi percorrer trezentos quilómetros rumo a alguém que nunca tinha visto, com quem apenas tinha falado e de quem apenas tinha visto uma foto. Alguém mais jovem que eu, interessante tanto na aparência patente na foto como no intelecto e personalidade que me mostrou. Seria mesmo assim na realidade?
Combinámos que ele me iria buscar à estação. E depois rumaríamos ao local onde tudo aconteceria.
No dia marcado embarquei no Alfa, no Porto, rumo a Lisboa. Os sentimentos eram um misto de interrogação — o que estou a fazer? — e desejo ardente de acontecer. Uma única pessoa da minha confiança sabia onde eu ia.
Duas horas e meia depois o comboio parou na estação da capital. Ele já me esperava. Reconheci a figura masculina da foto: alto, jovem, cabelo escuro e olhos verdes, a sorrir para mim. Sorri também. Foto verdadeira. Talvez tudo isto vá ser afinal uma experiência muito boa.
Não estava sozinho.
“Olá. Sou o P. Este é o meu primo J.”
Tínhamos que atravessar a cidade para chegar ao destino programado ainda com sol: Sintra. Chegámos ao carro dele.
O J. conduz. Nós vamos ambos no banco traseiro. Sorri. Não estranhei e acedi. Percebi que tudo iria começar já no carro.
Eu estava expectante e ansiosa. Ansiedade boa. O carro começou a rodar. Ambos já tinham muito certo o que cada um faria sem precisar de dizer nada.
No momento seguinte ouvi:
“Vamos começar a festa aqui…” disse enquanto sorria para mim.
O que se seguiu foi um turbilhão e uma viagem de loucos, literalmente. Quando dei por mim estava a sentir o beijo e as mãos nos seios por cima da roupa. E depois por baixo da blusa… aqueci e desejei que não parasse… mas parou… e ouvi:
“Cumpriste a regra?”
“Sim…” respondi, já quente…
De imediato pousou a mão no meu joelho, forçando a abrir enquanto sussurrava ao ouvido:
“Abre…”
Dei por mim toda aberta para ele se certificar que eu não trazia cueca vestida, tal como ele tinha ordenado. Derreti ao sentir os dedos a acariciar no mais íntimo de mim… e quando já não suportava aquela tortura deliciosa senti a invasão dos dedos a penetrar-me num vai e vem que me fez gemer dentro do carro.
De repente parou…
Ouço:
“Agora não… não aqui…”
Eu implorei:
“Continua, por favor…”
“Aqui não… o clímax não será aqui…”
E ouço:
“Eu sei que gostas muito… chupa…”
Só ali me dei conta que ele já tinha libertado uma ereção perfeita. Atravessei a cidade a chupá-lo até o fazer explodir de prazer… e ouço:
“Podes parar, J. É a tua vez.”
Adorei. Agora o J. E trocaram. A parte restante do caminho foi a saborear o J. Senti-o a levantar-me a saia até à cintura e a expor-me inteira. Tocou-me todo o tempo. Estava muito, muito húmida e não consegui evitar o êxtase logo a seguir ao dele.
Uns minutos depois chegámos ao destino. A casa do P.
Chegámos a Sintra. Entrámos em casa do P. pela garagem. Subimos ao primeiro andar. Ele serviu vinho.
No momento seguinte dei por mim sentada no sofá, vestida apenas com a saia creme, descalça, a oferecer os seios a mãos que os tocavam e chupavam. Tenho mamilos que se prestam a tudo o que lhes queiram fazer, por grandes que são… adoro sentir…
Estávamos no prelúdio do verdadeiro objetivo daquela viagem: ser a fonte de prazer para o P. e o seu grupo de seis amigos mais próximos. Mas o prazer acabou por ser muito mais o meu. Na verdade foram cinco, porque um deles teve de viajar à última hora a trabalho.
Quando chegou o segundo, porque o primeiro era o J., perguntou:
“O que temos aqui?”
… ao mesmo tempo que tocou um dos seios.
A partir daí foi uma montanha-russa de sensações, cada uma mais forte, intensa e deliciosa que a outra. Louca de prazer com aqueles homens, todos interessantes na verdade — uns mais que outros — mas todos…
O que mais me excitou? Que estavam ali naquele momento para mim. Para o prazer deles, sim, mas para o meu também.
Primeiro um oral a todos, um a um, mantendo sempre as mãos ocupadas nos outros. Depois, por acordo entre todos, vieram um a um de todas as formas… sentia-me a flutuar de tanto prazer, de tantas sensações em catadupa…
Fui à casa de banho refrescar-me e, ao voltar, já só estavam lá o P. e o J. Ainda em pé, ambos recomeçaram… senti os seios beijados e chupados… enterraram nem sei quantos dedos em mim… e foi ali, a encerrar a noite, que senti o que era ser preenchida em simultâneo… uma explosão em que dei por mim a pedir, a implorar que não parassem… que continuassem… e gritei… de tão bom…
Para mim esta foi uma ousadia maior… que acabou por correr bem. Pelo P. eu voltava. Os amigos, aqueles e mais dois (o da viagem à Polónia)… não fui. Realizei a fantasia. Única. Maravilhosa. Irrepetível.




