3 contos da Darksecretangel

Confissões Seguidores

Tempo de leitura: 21 minutos

O número perfeito

Hoje quero contar-vos uma história diferente.

Uma prenda de aniversário que recebi quando tinha acabado de fazer 40 anos, faz há pouco tempo 4 anos.

Meses antes, através de uma rede social liberal, conheci o Nuno.

Mais novo que eu mas com um apetite muito semelhante ao meu, envolvemo-nos intimamente durante alguns meses.

Com a minha grande amiga Rita (a minha maior confidente, a quem eu conto tudo sobre a minha vida e que nunca me julga) na partilha dos detalhes sobre as minhas aventuras e momentos, batizamos o Nuno com a alcunha “Sushimen”…

Aliás, a algumas das minhas aventuras, atribuímos alcunhas para melhor os distinguir. Brincadeira de duas grandes amigas que simplesmente são a confidente uma da outra.

O Nuno foi o primeiro a quem atribuímos uma alcunha e ficou esse nome porque no nosso primeiro encontro, comemos sushi antes de sermos a sobremesa um do outro.

Como referi, durante alguns meses, eu e o Nuno tivemos alguns encontros. Davamo-nos super bem tanto na cama como fora dela e sentia-me sempre muito bem na sua companhia.

Certo dia, o Nuno, enviou-me mensagem a questionar se estava tudo bem e eu referi que sim. Na nossa conversa, comentei com ele que estava próximo de fazer anos e que por isso andava mais nostálgica.

Nos meus aniversários fico sempre muito nostálgica.

Bem disposto como o Nuno era, em jeito de brincadeira, achava eu, disse-me que em breve me faria uma visita para celebrarmos o meu aniversário e que queria trazer-me uma prenda.

Obviamente que disse que não precisava que ele me desse nenhuma prenda mas ele insistiu, afirmando que tinha a certeza que eu ia gostar da prenda.

Dias antes de me visitar ele revelou o que era a “prenda” que ele queria trazer com ele.

O Nuno conhecia perfeitamente todos os meus gostos e sabia que uma das coisas que eu apreciava era a possibilidade de voltar a estar com dois homens ao mesmo tempo.

Era algo que eu já não vivenciava há algum tempo e o Nuno sabia-o.

Assim sendo, quando me procurou o Nuno referiu que queria trazer um amigo para nos divertimos os três juntos.

Fui bem sincera com ele e disse-lhe que andava numa fase em que me sentia ligeiramente insegura e que não sabia ao certo se estava preparada para termos esse tipo de aventura pois eu não fazia a mínima ideia de como era o seu amigo e daquilo que ele ia gostar, ou até mesmo se eu faria o tipo dele e ase também ia gostar dele.

O Nuno tranquilizou-me e disse claramente que não havia como o seu amigo não gostar de mim.

Depois de ponderar um pouco, aceitei a proposta do Nuno.

Fiquei curiosa e empolgada. Não sabia como ia ser mas sabia que estaria segura com ele e o seu amigo pois confiava nele.

Alguns dias depois, combinamos e eles vieram ter comigo.

O Nuno pediu-me para ficar descansada que tudo iria correr bem e o único pedido que me fez foi para me colocar bem linda e bem sexy.

Assim o fiz. Coloquei uma roupa bem sexy e esperei por eles.

Quando abri a porta o Nuno vinha com um sorriso de miúdo maroto nos lábios e trazia com ele duas garrafas de um dos meus vinhos favoritos e bem fresquinho.

Dei-lhe um beijo bem gostoso e convidei-os a entrar. Atrás do Nuno, entrou o Carlos.

O Carlos tinha uma estatura bem idêntica ao Nuno, mas ao contrário do Nuno, senti-o bem nervoso mas estava também sorridente. Comprimentei-o com dois beijos e pedi-lhe que entrasse.

Ele estava bem mais nervoso que eu e gostei dele quase que imediatamente. Tinha um jeito bem querido e super educado.

Pedi-lhes que fossem para a minha sala, enquanto eu ia até à cozinha buscar uns copos para nós e um saca rolhas para abrir uma das garrafas de Planalto.

Já na sala, ia sentar-me numa ponta do sofá mas o Nuno pediu-me que me sentasse no meio. Tinha o Nuno sentado do meu lado direito e o Carlos do meu lado esquerdo.

Abrimos uma garrafa de vinho e depois do Nuno nos servir o vinho, brindamos a nós.

Eu senti logo uma grande conexão com o Carlos da mesma forma que senti com o Nuno quando o conheci mas confessei a ambos que já há algum tempo que não estava com dois homens ao mesmo tempo e que tinha medo que não corresse bem ou do jeito que ambos pudessem ter idealizado.

Ambos me tranquilizaram e disseram-me que íamos até onde eu me sentisse confortável.

Não sei bem se foi o Nuno que o sugeriu depois, mas para que eu me sentisse mais confortável ou menos “avaliada” decidimos vendar os meus olhos e deixar as coisas fluírem. Eu concordei de imediato pois senti que era algo que me iria deixar mais liberta e mais à vontade.

Fizemos um novo brinde e depois disso rimos imenso. Não sei se era já o vinho a fazer efeito mas realmente sentia-me divertida e descontraída.

O Nuno vendou-me os olhos com uma tira de tecido preta que inclusivamente já tinha usado numa outra ocasião mas para atar os meus pulsos.

Depois que o fez, comecei a sentir as mãos de ambos a acariciar o meu corpo. Enquanto o faziam, começaram também a beijar-me.

O Carlos estava do meu lado esquerdo e como era a primeira vez que o estava a beijar nos lábios percebi perfeitamente que era ele e confesso-vos que ainda hoje me recordo do nosso primeiro beijo.

Posso partilhar convosco que tenho um carinho muito grande por ele e que ele é uma das pessoas mais queridas e mais meigas que eu conheço mas na intimidade, ele revela-se e torna-se um dos homens mais fugazes e intensos que alguma vez tive o prazer de beijar e com quem tive o enorme prazer de privar.

O seu beijo foi quente, envolvente, incrível e conquistou-me por completo.

Assim que os nossos lábios se tocaram, eu senti uma conexão imediata com ele e todo o meu corpo reagiu aos seus toques.

Enquanto o Carlos me beijava os lábios e acariciava as minhas mamas, o Nuno beijava o meu pescoço e acariciava as minhas pernas e tocava-me e acariciava-me entre as minhas pernas.

A minha respiração estava ofegante e sentia-os completamente focados em mim.. Hoje em dia, quando fecho os olhos e me lembro desses momentos, parece que sinto as suas mãos e os seus lábios a percorrerem-me novamente.

Parece que há um teletransporte até aquele mês de Março de há quatro anos atrás. A dado momento deixei de conseguir distinguir quem era quem.

Eram lábios, beijos, mãos, dedos, respiração ofegante e eu continuava com a venda nos olhos e sentia-me uma deusa no meio de dois homens que estavam ali pura e exclusivamente para me proporcionar prazer e ter prazer comigo.

Que prazer imenso eles me estavam a proporcionar.

A dado momento o Nuno pega no meu copo e coloca-o à beira da minha boca e bebo um pequeno gole de vinho, mas deixo cair algum sobre as minhas mamas e não faço a pura noção de qual deles lambeu as minhas mamas, para limpar o vinho derramado, mas sei que fui à lua e regressei numa pequena fração de segundos.

Que tesão imenso que senti naquele momento. Estava verdadeiramente excitada e completamente perdida entre os dois.

Pedi-lhes que fôssemos para o meu quarto e eles guiaram-me até lá, sempre de olhos vendados.

Já no quarto e no meio de ambos, despiram-me com uma das maiores sensualidades que alguma vez algum homem o fez.

Só de me estar a lembrar desse momento, sinto todo o meu corpo a ferver e só me apetece despir.

Deitaram-me na minha cama e sinto-os a idolatrar o meu corpo.

Enquanto um mergulhava entre as minhas pernas lambendo a minha coninha como se não houvesse amanhã, o outro chupava e acariciava as minhas mamas delicadamente mas ao mesmo tempo com uma fome que só o verdadeiro tesão consegue provocar.

Peço ao Nuno para tirar a venda mas ele diz-me que ainda não a podia tirar e como verdadeira submissa que gosto de ser, obedeci.

Enquanto era idolatrada por ambos, com a minha mão esquerda consegui alcançar o que me parecia ser um joelho e comecei a subir a mão para encontrar algo com que a ocupar. Ao fazê-lo, percebi que era o Nuno que ali estava a lamber e a chupar as minhas mamas, o que significava que era o Carlos que se estava a lambuzar todinho no meio das minhas pernas. Que bem que ele o estava a fazer. Agora

mesmo, quando me lembrei, fiquei logo húmida e os poros da minha arrepiaram-se todinhos.

Pedi ao Nuno para se chegar para o topo da minha cabeça e logo ele entendeu o que eu queria… queria preencher a minha boca com a sua dureza.

E ele satisfez a minha vontade, colocando-se de pé na lateral da minha cama, e com a minha cabeça inclinada, fez-se entrar por completo na minha boca até bem fundo da minha garganta.

Em poucos segundos, tive um orgasmo tão prazeroso que me sentia levitar praticamente.

Segundos depois, um deles deitou-se na cama e o outro orientou-me para que eu ficasse por cima. Estava tão excitada e tão molhada, que assim que me sentei, senti um pau bem duro penetrar a minha coninha que ainda latejava do orgasmo que tinha acabado de ter.

Enquanto um me fodia, a minha boca era preenchida por um pau bem duro e estávamos os três completamente descontrolados pois gemiamos muito, confundindo-se quem era quem.

Naquele momento eu já não sabia quem me fodia e a quem eu chupava mas lembro-me de pensar que há muito tempo que não tinha tanto prazer assim.

Pouco tempo depois continuava a foder um pau que não sabia a qual deles pertencia e estava perto de atingir outro orgasmo quando de repente senti um deles a penetrar o meu rabinho.

Aquele era o momento e a experiência que eu ansiava há muito… dois paus bem duros a foder-me ao mesmo tempo. Matava as saudades da dupla penetração e não podia ter escolhido ninguém melhor que o Nuno e o Carlos.

Foi aí que eu pedi e implorei pedindo por favor, para tirar a venda dos olhos. Queria olhar nos olhos e perceber quem eu montava e quem me montava a mim.

Tinha o Carlos deitado na cama e eu sentada sobre ele e o Nuno a foder-me o rabinho com uma gentileza e rudeza misturadas numa sensação só.

Há muito tempo que não sentia um prazer assim e descontrolados e tomados pelo tesão e pelo êxtase eu e o Nuno viemo-nos praticamente ao mesmo tempo.

Deitamo-nos os três na cama a repousar os nossos corpos e no meio de ambos, uma vez mais sentia-me uma deusa a ser acariciada e paparicada pelos seus “servos”.

Já conhecendo os cantos à casa, o Nuno foi até ao banho enquanto eu e o Carlos ficamos deitados na cama aos beijos e a trocar carícias um com o outro.

Uma vez mais vos digo, adoro os beijos do Carlos. Adoro o seu toque. Adoro a sua meiguice e o facto de ser tão querido e atencioso.

Mas enquanto ali estávamos deitados, a beijar-nos, eu senti que para ambos ainda não tinha acabado.

Enquanto o Nuno tomava um banho e depois de nos começarmos a beijar com maior intensidade e fogosidade, um Carlos tomado pela excitação e pelo prazer, coloca-se sobre mim e continua a foder-me.

Meu deus, nunca esqueci essa foda.

Foi uma das melhores que já tive até aos dias de hoje, senão a melhor.

Foi intenso. Foi incrível. Foi memorável e inesquecível.

Acho que nunca me tinham fodido com tanto desejo e tesão como o Carlos me fodeu naquele momento.

Senti uma conexão tão forte com ele e uma empatia tão grande que considero que é esse o principal motivo de hoje em dia ainda nos relacionarmos (não tanto como eu gostava) e sermos amigos e darmo-nos tão bem um com o outro.

Conhecer o Carlos foi das melhores coisas que me aconteceu e tenho um carinho imenso e gigantesco por ele.

Adoro a sua meiguice e carinho comigo, mas também adoro quando me fode louca e apaixonadamente.

The Drummer

Estávamos nos finais do mês de Maio.

Tinha sido um longo dia de trabalho e estava sem energia nenhuma para ir até ao ginásio mas ganhei coragem e lá me equipei para ir mexer o corpo.

Nem sempre há a energia toda para ir ao ginásio, mas por isso mesmo é que me inscrevi num ginásio bem ao lado do meu local de trabalho, para não cair em tentação de fazer gazeta.

Quando estou no ginásio tento abstrair-me de tudo o que se passa à minha volta e coloco os auriculares, coloco a playlist que criei para o ginásio a tocar e faço seguida uma hora de passadeira quase todos os dias, antes de efetuar o treino planeado.

Estava na passadeira e senti o telemóvel a receber uma notificação. Abri o IG e li uma mensagem que me tinham enviado.

Ao abrir as mensagens vi que tinha algumas mensagens pendentes e algumas estavam ocultadas. Eram mensagens de pessoas que me seguiam mas eu não seguia de volta.

Ao abrir as mensagens ocultas vi que tinha uma mensagem de uma pessoa que não conhecia mas que acabou por me chamar à atenção.

Despertou a minha atenção em primeiro lugar o facto de a foto estar a preto e branco (sou uma fã do P&B) mas também pela mensagem em si.

O T foi extremamente educado pedindo em primeiro lugar desculpa por me abordar quando não nos conhecíamos.

Captou a minha atenção de imediato. Um homem educado é efetivamente um turn on e algo insubstituível.

Tanto no meu IG pessoal como no meu IG Darksecretangel_gram recebo algumas abordagens menos cativantes e algumas chegam mesmo a ser de um tremendo péssimo gosto. Para esse tipo de abordagens é ignorar.

Por isso, o facto de o T ter sido educado e não ter entrado a matar com fotos não solicitadas (que é algo que acontece por vezes) chamou a minha atenção e decidi responder-lhe.

Com o desenrolar da conversa percebi que ele não só era educado como também tinha um diálogo agradável e a conversa era boa. Deu para perceber também pelo diálogo que era inteligente e instruído. Erros ortográficos é algo que abomino e me faz alguma confusão, além de ser um tremendo turn off.

Começamos a trocar mensagens com alguma frequência e foi com uma expressão que ele usou que eu percebi que ele deveria ser bem mais novo que eu.

Quando o T me chamou de gatinha, percebi logo que ele devia ser mais novo que eu, e mesmo não sendo um impedimento para mim, questionei-o da idade. Ele falou-me que tinha 29 anos. Sinceramente não lhe dava de todo essa idade. Achei sinceramente que tinha pelo menos 34 anos, pela sua maturidade e forma de se expressar.

Com o tempo, percebemos que havia uma atração mútua e o T manifestou bastante vontade de estar comigo.

Estava indecisa se deveria envolver-me com ele. Era novo e eu também ainda estava a passar por uma fase de estar mais recatada e mais sossegada.

Tínhamos 15 anos a separar as nossas idades. Como referi, a idade para mim não é um problema mas realmente nunca tinha estado com ninguém com uma diferença de idade tão elevada.

Já não recordo muito bem do timing mas acho que foi no dia a seguir a começarmos a falar que o T me propôs que fosse ter com ele, mas eu já tinha bebido um pouco e achei melhor não pegar no carro.

Com toda a excitação que começamos a sentir acabei por aceitar que ele viesse ter comigo. Dei-lhe a minha morada e pouco tempo depois a minha campainha estava a tocar.

A primeira impressão foi de atração imediata.

O T tinha o físico que eu aprecio num homem. Cabelo escuro, barba, mãos cuidadas e corpo cuidado. Já me tinha conquistado pela conversa e ao vê-lo pessoalmente o físico também me cativou e deixou-me ainda mais atraída.

A quem lê as minhas histórias, entendam, eu aprecio o contacto físico. Gosto de ter prazer e de ter prazer mas nunca e jamais em tempo algum, estarei com alguém apenas por estar. Além disso, não estou com qualquer pessoa, seja homem ou mulher.

Fomos para a sala e estivemos a conversar mais um pouco. Preparei algo para o T beber. Eu já estava a beber um gin para descontrair.

A conversa fluía e estávamos claramente na onda um do outro e daí até ao momento em que começamos a envolver-nos foi num abrir e fechar de olhos.

Gostei do beijo do T. Foi envolvente, quente, molhado, cativante e intenso. Senti-me envolvida e nem pensei mais um segundo.

O toque do T era quente. Senti-me verdadeiramente desejada.

Toda a envolvência daquele momento deixou-me bem relaxada e super à vontade com o T. Deitamo-nos e como quem se queria banquetear com o meu corpo, o T posicionou-se entre as minhas coxas e mergulhou a sua língua e os seus lábios no meu baixo ventre.

Devorou-me como se eu fosse um alimento essencial à sua sobrevivência e em poucos minutos mergulhou de igual modo dois dos seus dedos dentro de mim.

Excitada, desejada e completamente rendida, o T fez-me vir em pouco tempo, fazendo-me contorcer e cravar as unhas nas cobertas.

Completamente despidos, excitados e envoltos um no outro, absorvemos um do outro tudo o que tínhamos vontade de partilhar e aquela divisória da casa cheirava a sexo, a prazer e a excitação, ao ponto que a dado momento tive de controlar os meus gemidos.

Saí dos braços do T e pedi-lhe que se deitasse… A sala estava com pouca luz pois antes do T chegar optei por acender umas velas para criar um ambiente mais intimista.

Deitado e com a cabeça ligeiramente subida pousada numa almofada, o T observava tudo o que eu fazia. Coloquei-me de joelhos à sua frente e suavemente, comecei a envolver o seu membro na minha mão e a passar levemente a língua de baixo até ao topo.

O corpo do T estremecia à medida que eu o fazia e era visível que tanto eu como ele queríamos senti-lo bem no interior da minha boca.

Delicadamente levei o seu membro até ao interior da minha boca.

Fui chupando-o e sugando-o aumentando a intensidade, fazendo-o deslizar para o interior da minha boca, cada vez mais fundo. Era visível nos seus olhos e na forma como o seu corpo se contorcia, que ele estava a adorar o meu toque e a minha dedicação.

Plenos de desejo, o T colocou-se sobre mim e mergulhou a sua dureza completamente dentro de mim.

Que excitação! Senti-lo completamente duro a preencher-me, a beijar-me e a dizer-me o quão bom estava a ser estar dentro de mim deixou-me ainda mais húmida.

Sentir-me entregar por completo… Descobrir sensações diferentes com pessoas diferentes. E que boa descoberta o T foi.

A dado momento coloquei-me de quatro e o T agarra-me pelas minhas ancas com força e começa a dar-me umas valentes estocadas… Uma atrás da outra sem parar levando-me ao clímax. Que sensação tão boa.

Ainda completamente duro, peço ao T que se deite para poder chupa-lo uma vez mais.

Sinto-o completamente entregue a mim e procuro ao máximo satisfazê-lo.

Primeiro começo com delicadeza, envolvendo o seu pau duro com a minha mão e depois com a boca e a língua. De baixo para cima.

Acelero a intensidade e sinto-o cheio de tesão por me ver naquela posição e por ter a sua dureza completamente na minha boca.

Sinto-o perto de atingir o clímax e não páro.

Chupo-o cada vez com mais intensidade e com mais desejo. Não páro. Não abrando. Não cedo. E eis que o oiço dizer que não consegue segurar mais e a sua excitação é libertada na minha boca.

O vício after work

Tenho um vício na minha vida… conheci-o há dois anos.

Ainda no nosso último encontro, ele ficou todo nostálgico e falou desse assunto dizendo “Já tive relacionamentos que não duraram tanto como isto que nós temos.” Foi curioso ele usar a expressão “isto” porque realmente aquilo que temos (ou não temos na verdade) não tem uma definição. E foi nesse sentido que lhe respondi que aquilo que temos é simplesmente um vício.

No final do ano de 2025 estivemos juntos. Para não variar, um encontro incrível como todos os outros nossos encontros… senão melhor ainda que todos os anteriores.

Assim que nos despedimos, enquanto conduzia, pensei “Esta foi a última vez que estive com ele.”

A questão é que não foi. Já estivemos juntos estes dias e uma vez mais, o nosso encontro conseguiu superar o anterior.

Na verdade, nos últimos três meses, temos estado juntos pelo menos uma vez por semana.

Na última semana estávamos com agendas ligeiramente incompatíveis.

No seu atual trabalho, ele as suas folgas são às terças e quartas ou quartas e quintas. Depende um pouco do fluxo de trabalho, mas tem feito sempre por vir ter comigo afirmando que não pode ficar sem estar comigo tantos dias.

No meu íntimo, luto por não me envolver sentimentalmente por ele pois considero que não confio nele a esse ponto… ao ponto de lhe entregar os meus sentimentos mais profundos, contudo com as inúmeras coisas que ele me diz seja quando não estamos juntos ou seja até mesmo nos nossos encontros, tem sido difícil não me sentir envolvida.

Não diria estar apaixonada por ele, mas tenho sentimentos por ele e sei que mesmo não querendo, o N tem também sentimentos por mim.

É impossível que duas pessoas que partilham aquilo que partilhamos não sintam algo no meio de tanto tesão e tanto prazer.

Há coisa de duas semanas, estava ele fora em trabalho e enviou-me mensagem do nada a dizer “Estou a morrer de saudades tuas!”

Romântica incurável como sou obviamente que me derreti toda enquanto leio a sua mensagem.

Não respondi de imediato. Estava a pensar se queria responder e se queria confessar-lhe o quanto estava a sentir a sua falta, contudo alguns minutos depois respondi-lhe simplesmente que acreditava nele.

Depois disso trocamos longas mensagens bem quentes com direito a miminhos personalizados. Ele adora que eu vista uma linda lingerie e que a exiba para ele, e como uma exibicionista nata, eu faço-lhe a vontade com direito a um show privado de striptease.

Entre as mensagens começamos a tentar perceber nessa semana qual o dia que tanto eu como ele teríamos disponibilidade para estar juntos e percebemos que a nossa única possibilidade era na quarta feira ao final do dia.

Estaria a trabalhar, como normalmente até às 17h15, mas disse-lhe que ia sair uma hora mais cedo para termos um pouco mais de tempo já que às 19h30 ele teria de regressar ao Porto para ir a um jantar de aniversário.

Pedi-lhe para me avisar assim que estivesse a chegar a minha casa pois era só o tempo de eu sair do trabalho e encontrar-me com ele à porta do meu prédio.

Assim ele fez e ao chegar ao meu prédio, já o vejo à porta à minha espera com aquele sorriso lindo e sedutor com o qual ele sempre me presenteia.

Um dia cinzento e frio que ficou bem mais quente assim que ele me puxa para me dar um longo beijo que me deixou logo em brasas.

Entramos no prédio e o elevador já estava ali mesmo disponível para subirmos até ao meu andar. Uma vez no elevador, o N agarra-me novamente e beija-me envolvendo-me nos seus braços e prendendo-me contra o canto do elevador, roçando o seu corpo contra o meu.

Era já palpável a dureza dentro das suas calças enquanto ele roçava a anca contra mim deixando-me sem fôlego e com uma vontade imensa de o ter dentro de mim. As suas mãos tocavam-me e percorriam todo o meu corpo quando a luz do elevador se apaga e percebemos que ainda nem tínhamos tocado no botão para o meu andar.

Rimo-nos os dois e depois do N carregar no botão para o terceiro andar, tomou-me novamente nos seus braços e beijou-me fugazmente o pescoço murmurando ao meu ouvido o quanto tinha sentido a minha falta nos últimos dias. Envolvi os meus braços em torno do seu pescoço e beijei-o confessando que também tinha sentido saudades dele.

Assim que entramos em casa, pousei a minha bolsa e começamos logo à entrada a despir os nossos casacos enquanto nos beijávamos. Parecia que as nossas bocas estavam sedentas uma da outra como quem precisa do ar para respirar e sobreviver.

O N guiou-me até ao meu quarto, colocou-se por detrás de mim, acariciando todo o meu corpo enquanto me beijava o pescoço. Virei a cara ligeiramente sobre o ombro esquerdo e uma vez mais as nossas bocas e as nossas línguas envolveram-se com ânsia.

Devo mencionar que durante todo o dia estive a provocá-lo.

Logo pela manhã mostrei-lhe qual a lingerie que ia vestir nesse dia e mostrei-lhe ainda que tinha decidido ir trabalhar com o meu plug anal colocado. Disse-lhe que o plug ia ficar colocado todo o dia e que quem o ia retirar era ele, quando estivéssemos juntos ao final do dia.

Obviamente que isso deixou-o completamente maluco e doido de tesão e assim que nos vimos à porta do prédio era visível o nosso desejo por estar sozinhos na nossa intimidade.

Confesso-vos que não foi tarefa fácil usar o plug todo o dia.

Passei o dia verdadeiramente excitada e pensar o quanto isso estava a deixar o N tão excitado quanto eu, foi um desafio ao meu autocontrole.

Estávamos aos pés da minha cama quando comecei a desapertar ansiosamente as suas calças, quando o N me diz que não aguentava mais e que tinha de estar dentro de mim.

Começou a dizer-me como passou todo o dia a contar os minutos até vir ter comigo e à medida que o fazia, ia tocando todo o meu corpo e ia beijando o meu pescoço enquanto me despia.

Disse-me que eu era muito safada por ir trabalhar com uma lingerie tão sexy por debaixo da roupa que tinha vestida e que achava excitante que só eu e ele soubessemos o quão sensual eu estava.

Nesse dia tinha vestido o Set Twilight Dark da Pimenta Doce Lingerie.

Vesti um macacão preto que ficava acima do joelho e uma camisa preta além de umas collants com fantasia da Calzedonia (outro dos meus vícios além dos sets de lingerie).

Assim que me despiu, puxou as minhas collants para baixo e sem demoras pediu-me (na verdade foi mais uma ordem) que me colocasse de quatro na cama porque ele estava desesperado por entrar dentro de mim.

Obedeci e assim que me coloquei de quatro, ele afastou-me a tanga para o lado e deslizou para bem fundo da minha coninha entoando um suspiro daqueles bem profundos.

Pediu-me logo desculpa mas disse que não tinha pensado em mais nada nos últimos dias e que aquele era o momento que mais tinha ansiado. Só me deu imensa vontade de me rir e quando o fiz ele começou a entrar e sair de dentro de mim com valentes estocadas dizendo em voz alta que adorava foder-me e que não queria mais nada senão fazê-lo.

Com o plug colocado e por ter estado a usá-lo todo o dia, para além da envolvência com que o N me tomou logo que entramos no elevador do prédio, eu escorria de excitação e aquelas estocadas eram tão profundas e tão intensas que era audível a minha humidade.

Excitada e completamente absorvida por ele e por estar a ser tomada por ele, debrucei-me ainda mais sobre a cama, ficando com o rosto completamente colado à cama e com o rabo completamente empinado, levei as minhas mãos a cada uma das nádegas do meu rabo e abriu-o bem para ele.

O N estremeceu assim que o fiz e delicadamente abrandou e começou a remover o meu plug.

Adoro que, ao fim de dois anos de envolvimento com o N, saiba dominar os pontos fracos dele, deixando-o completamente doido de tesão por mim.

Brincamos assim um com o outro durante uns bons minutos. Ele por detrás, a deslizar para bem fundo da minha coninha, fodendo-me como se nunca mais quisesse parar e a brincar com o meu plug metendo-o e tirando-o do meu rabo imenso, enquanto eu, com as minhas mãos, afastava as minhas nádegas para lhe dar uma visão mais clara do que lhe estava a oferecer.

A dado momento, afasto-me um pouco e subo para cima da cama, despindo a minha tanga, e volto a colocar-me de joelhos, mas virada para a sua dureza, envolvendo-o com a minha mão e delicadamente começo a chupá-lo.

Língua na ponta, movimentos circulares, lambo-o em todo o seu comprimento, cuspo e começo a chupá-lo sofregamente.

O N leva as suas mãos à cabeça e começa a gemer de prazer enquanto me observa a engolir todo o seu comprimento até tocar bem fundo na minha garganta.

Gemo de prazer enquanto o faço pois o seu prazer é o meu prazer e dar-lhe prazer é das coisas que mais gozo me dá fazer.

Passados poucos minutos, o N puxa-me e uma vez mais beija-me fugazmente e eu só consigo murmurar entre os beijos que preciso de mais recepções como aquela ao chegar do trabalho.

O N faz-me deitar na cama e coloca-se sobre mim continuando a beijar-me e a explorar todo o meu corpo com as suas mãos. Coloca-se entre as minhas coxas e começa a dizer-me tudo aquilo que eu adoro que ele me diga enquanto estamos assim.

Os nossos encontros e a nossa intimidade é efetivamente na generalidade das vezes muito verbal.

Nesse dia o N só me dizia o quanto tinha pensado em mim todo o dia e o quanto estava ansioso por estar comigo. A dado momento disse-me ainda ao ouvido “És muito safada…e muito putinha… trabalhar todo o dia com o plug metido nesse rabinho sabendo que só o podias tirar quando chegasses a casa. Imaginaste como ia ser? Ias debruçar-te para mim e pedir-me que to tirasse ou só ias tirá-lo assim que me oferecesses esse rabinho maravilhoso para eu o foder?”

Devo admitir que adoro as coisas que ele murmura ao meu ouvido. Desde as minhas fofas até às mais ordinárias e claro que a minha resposta ao que ele me perguntou foi que fiquei com o plug colocado todo o dia, para que na hora de ele me foder o rabinho, tal como eu tanto gosto, era para estar mais preparada e mais relaxada. Ele enlouqueceu com a minha resposta e só me diz ao ouvido, que ninguém sonha a putinha que sou quando olham para mim e vêem o meu ar de anjo.

E eu concordo com ele, porque de facto no dia à dia, com o meu ar angelical, ninguém imagina o quanto adoro entregar-me, ser submissa e satisfazer a pessoa que tenho comigo na intimidade.

Continuamos deitados na minha cama. O N sobre mim, por entre as minhas coxas, os nossos corpos unidos e a olhar-nos olhos nos olhos enquanto somos um só.

E eis que do nada, o N faz algo que já não me faziam há muitos anos e que ao início deixou-me apreensiva mas que no final foi das coisas mais incríveis que me fizeram nos últimos anos. Há muitos anos que não era pegada ao colo. Como já tiveram oportunidade de perceber pelas minhas fotos, sou uma mulher com curvas e não sou propriamente uma pessoa leve.

Quando ele pega-me ao colo para depois nos colocar no fundo da cama comigo sobre ele, disse-lhe para me colocar no chão pois estava extremamente preocupada de ser muito pesada para ele me pegar, ao que o N me responde “Não sejas tola… é incrível ter-te no meu colo!”

Não preciso de vos dizer o quão especial me senti. Há muitos anos que não me pegavam ao colo da forma como ele o fez e isso para mim foi um momento bem intenso e bem especial. Sentir-me nos seus braços, elevada por ele, e depois sentar-me sobre ele e fodermos ali aos pés da minha cama deu-me um tesão tão grande que atingi o clímax em poucos minutos.

Uma vez mais ele ergue-se comigo no seu colo, deita-me na minha cama e coloca-se ao meu lado, estimulando-me com os seus dedos na minha coninha

pedindo-me um squirt. Em poucos segundos, começo a contorcer-me toda, e grito gemendo para o N que estou quase e do nada toda a minha excitação espalha-se sobre a cama. O som da minha excitação é tão audível que o N acumula algum do líquido na sua mão e dá-me na minha boca, beijando-me logo de seguida.Que tesão imenso. Que excitação. Difícil descrever em palavras o que se sente em momentos como aquele. Só vivendo o momento para se conseguir perceber todas as sensações.

O meu envolvimento com o N já contabiliza dois anos e acredito que este será um daqueles momentos que partilhamos que eu jamais esquecerei de tão intenso e prazeroso que foi.

Durante longos minutos, envolvemo-nos sem parar.

O quarto cheira incrivelmente a sexo, a excitação, a prazer. Os nossos cheiros e sons tomam o quarto e a dado momento peço para pararmos.

Preciso de beber água pois sinto-me completamente a desidratar. Assim que me levanto, o N vem atrás de mim, toma-me nos seus braços, beija-me sofregamente, encosta-me contra a parede e desliza para bem fundo de mim.

Levanta-me a perna direita e enquanto me fode o rabinho, a sua mão estimula o meu clitóris e em poucos segundos começo a contorcer-me uma vez mais sem conseguir controlar a minha excitação e atinjo o clímax, tapando a minha boca para que quem passa no corredor do prédio não me oiça gemer.

Que intensidade.

Que prazer imenso. Sinto as pernas bambas e sinto-me sem força e deitamo-nos na cama lado a lado, beijando-nos e tocando-nos absorvendo toda aquele momento e prazer. Olhamo-nos. Não falamos. Só nos olhamos e eis que o N uma vez mais me diz “Não quero nunca que isto que temos acabe.

É incrivel estar contigo e nunca ninguém me deu o prazer que me dás!” Sorrio para ele e ele percebe que me está a deixar sem jeito e levanta-se para nos ir buscar dois copos de água.

Quando regressa da cozinha, dá-me um dos copos e eu bebo-o de uma vez só.

Ele senta-se na cama, com as costas ligeiramente encostadas à cabeceira da cama. Fica mais deitado que sentado e é nesse momento que me posiciono entre as suas pernas e ele percebe logo pelo meu olhar o que quero fazer.

Ele levanta-se vai até à casa de banho e eu oiço a torneira a abrir.

Poucos minutos depois ele regressa e eu ainda estou ali deitada na cama e olhamo-nos e percebo que ele foi limpar-se para que eu me pudesse divertir um pouco com ele ali deitado. Deita-se novamente como estava antes e pego no seu pau visivelmente duro e lambo-o da base ao topo.

O N adora olhar para mim enquanto me delicio com a sua dureza e eu adoro que ele olhe bem fundo nos meus olhos, vendo a excitação que sinto e o prazer que tenho em satisfazê-lo dessa forma.

Lambo, chupo, cuspo e chupo novamente e só ouço os gemidos de prazer e excitação que ele sente. Vejo-o contorcer-se cada vez mais e é visível que não tarda para explodir num orgasmo.

Pede que não pare e eu continuo e continuo e continuo…até que ele me pergunta com o seu olhar se pode vir-se na minha boca e eu assinto com um pestanejar de olhos e em poucos segundos tenho-o a explodir e a vir-se na minha boca.

Os nossos olhos reencontram-se poucos segundos depois e uma vez mais diz-me que nunca ninguém lhe deu o prazer que eu lhe dou e eu sinto-me derreter pelo seu elogio.

Subo até estar ao seu lado e deito a cabeça no seu peito e ficamos assim um pouco, acariciando-nos um ao outro. Estamos os dois sem fôlego. O seu peito sobe e desce acelerado enquanto me acaricia pedindo-me que aquilo que temos nunca acabe.

Rio-me e de seguida suspiro sem saber o que lhe responder.

E quando achei que o N estava já sem forças ele beija-me uma vez mais de forma fugaz e diz-me ao ouvido “Eu ainda não terminei putinha!” e toda eu estremeço com a sua confissão.

Vira-me de barriga para baixo, levanta ligeiramente a minha perna esquerda e introduz-se no meu rabinho começando a foder-me sem dó pedindo-me que fale com ele. Eu sei o que o excita. Sei quais os seus pontos fracos. Sei o que o incendeia. Sei o que o deixa completamente maluco e tomado pelo tesão. Peço-lhe que não pare.

Que me foda o rabinho e digo-lhe que o guardei completamente para ele e que não o dou a mais ninguém. Peço-lhe que me chame de putinha enquanto me fode e é isso que o faz uma vez mais explodir e atingir o clímax. Sinto-o extremecer enquanto se liberta dentro de mim e a nossa respiração é ensurdecedora.

Caímos uma vez mais na cama, os dois envoltos um no outro, relaxando e acariciando o corpo um do outro.

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